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	<title>Arquivos #coletivo - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
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		<title>TODOS JUNTOS SOMOS FORTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 00:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Daily Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Christiane Nóbrega *| Uma gata, o que é que tem? - As unhas E a galinha, o que é que tem? - O bico Dito assim, parece até ridículo um bichinho se assanhar E o jumento, o que é que tem? - As patas E o cachorro, o que é que tem? - Os</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong><a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/christianenobrega/">Christiane Nóbrega</a> *|</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;">Uma gata, o que é que tem?<br />
&#8211; As unhas<br />
E a galinha, o que é que tem?<br />
&#8211; O bico<br />
Dito assim, parece até ridículo<br />
um bichinho se assanhar<br />
E o jumento, o que é que tem?<br />
&#8211; As patas<br />
E o cachorro, o que é que tem?<br />
&#8211; Os dentes<br />
Ponha tudo junto e de repente vamos ver o que é que dá</p>
<p style="text-align: right;">Sergio Bardotti/Chico Buarque/Luis Enrique Bacalov em <em>Todos Juntos (2017) </em></p>
<p style="text-align: right;">
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Das coisas que ouvimos ao longo da caminhada, algumas merecem resposta. Escolhi uma delas. Não uma resposta qualquer, uma resposta afetuosa, quiçá poética. Uma resposta elogio. Uma resposta exaltação.</p>
<p>Ouvi por aí que nos juntamos, as Marias Cobogós, porque não conseguimos nada sozinhas. Sim, somos mulheres que não conseguem sozinhas. Sim, para que nossa literatura fosse/seja possível nos juntamos. Assim, mesmo. Você tem razão.</p>
<p>Começamos tímidas&#8230; um café e muita simpatia. Evoluiu para uma bebidinha e muitas gargalhadas. Por último chegaram as lágrimas, elas selam as parcerias como ninguém. Daí foi ladeira abaixo, outras vezes ladeira acima. Aqui a Santa ajuda a descer e subir.</p>
<p>Logo vieram à mesa projetos de raios de romances, textos nunca lidos, emoções nunca verbalizadas, desenhos nunca coloridos e choros mal chorados. Tudo temperado com pitadas de síndrome de impostora.</p>
<p>Quase que em uma expedição arqueológica dentro uma das outras, nossas gavetas foram sendo abandonadas pelos textos para povoar o blogue do coletivo e as páginas dos livros. Muitas vezes a outra se comportando feito a mãe que lá da plateia incentiva o filho na apresentação da escola, outras vezes arrumando o cabelo desgrenhado da outra, outras pagando mesmo, afinal, <em>eu pago</em>, não eu, alguém que não vou dizer o nome, mas ela sabe quem é&#8230; Outras vezes carregando a caixa ou dando absolutamente o mesmo presente de aniversário para todas.</p>
<p>Assim, um texto escrito que não se tinha certeza se era bom, um livro pronto sem revisar, um lançamento que não queria ser solitário se tornou uma <em>Baleia</em> que nada em meio a um <em>Hiato</em>. Uma <em>Guerra</em> que se encontra em um <em>Atlas</em>, tudo em um <em>Amor</em> pra lá de <em>Concreto</em>.</p>
<p>Para gente! Lógico que não é sempre bom. Mas pior seria sozinha, até porque nem seria nada. Temos mal humores e mal-entendidos. Outras vezes damos um tempo mesmo, só ignoramos o grupo por umas horas ou até dias e o gosto ruim na boca passa. Passa porque temos a certeza de que sozinha não desocuparíamos nossas gavetas, não venderíamos em uma noite quase mil livros, não encheríamos por tantas vezes o Beirute, não seríamos por tantas vezes capa do Correio e até mesmo finalistas do Prêmio Jabuti.</p>
<p>Depois de tudo isso, respondo mais uma vez ao feliz e acertado comentário feito, dizendo que sim, você tem toda razão, nos juntamos porque sozinhas não podemos, não somos e, sobretudo, não queremos.</p>
<blockquote><p>Todos juntos somos fortes</p>
<p>Somos flecha e somos arco</p>
<p>Todos nós no mesmo barco</p>
<p>Não há nada pra temer</p>
<p>&#8211; Ao meu lado há um amigo</p>
<p>Que é preciso proteger</p>
<p>Todos juntos somos fortes</p>
<p>Não há nada pra temer</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p><strong>*<a href="https://www.instagram.com/chrisnobrega/">Christiane Nóbrega</a></strong> é escritora e advogada. Escreve livros infanto-juvenis. Tem vários, inclusive <em>Fios</em>, finalista do Prêmio Jabuti, em 2020. Lançou seu primeiro romance <em>Hiato</em> (2021) – que toda mulher deveria ler, e os homens também.</p>
<p><strong>Imagem: </strong><em>Os Saltimbancos, </em>peça teatral com direção de Hugo Rodas e elenco formado pela <a href="https://www.instagram.com/agrupacaoteatralamacaca/"><strong>Agrupação Teatral Amacaca (ATA)</strong></a>, em 2019 no CCBB, em Brasília-DF (foto Diego Bresani/divulgação)</p>
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		<title>3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 01:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Daily Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[memorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Maria Cobogó * | não éramos vestais éramos a vida o verbo e a vastidão o verbo a voz e a vastidão Cida Pedrosa, em Solo para Vialejo     A expressão máxima de nós mesmas é a opção pela literatura. Não há abismos. Não há desesperos na nossa jornada. Ela é feita de</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/3-2/">3</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="https://linktr.ee/mariacobogo"><strong>Maria Cobogó</strong></a> * |</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>não éramos vestais</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>éramos a vida o verbo e a vastidão</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>o verbo a voz e a vastidão</em></p>
<p style="text-align: right;">Cida Pedrosa, em <em>Solo para Vialejo</em></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expressão máxima de nós mesmas é a opção pela literatura.</p>
<p>Não há abismos.</p>
<p>Não há desesperos na nossa jornada.</p>
<p>Ela é feita de gestos, de mãos dadas com o verbo. Orientamo-nos pelas estrelas e pelas palavras e o prazer de arquitetar um livro nos traz o vislumbre do sublime: a leitura e o leitor.</p>
<p>Nessa caminhada de sonho angariamos parceiros e muitas outras mãos se entrelaçaram às nossas. Fomos, com dezenas de escritoras, buscar os destinatários de nosso fazer.</p>
<p>A variedade de matizes de nosso Coletivo não provoca caos. Ao contrário, converge para a colheita daquilo que nos move e comove: o amor.</p>
<div id="attachment_19345" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19345" class="wp-image-19345 size-medium" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-300x295.jpg" alt="" width="300" height="295" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-66x66.jpg 66w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-200x197.jpg 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-300x295.jpg 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-400x393.jpg 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-600x590.jpg 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-768x755.jpg 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160-800x786.jpg 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/IMG_7160.jpg 806w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-19345" class="wp-caption-text">Claudine, Marcia, Solange, Ana Maria e Cris &#8211; Foto por Maria Elisa | 2021</p></div>
<p>Aos três anos de vida uma criança demonstra energia e começa a se tornar independente. É o início da autonomia humana. Assim estamos nós, Maria Cobogós. Sem versão definitiva – talvez nunca tenhamos – como uma criança que procura respostas, renova conceitos e recria o <em>ethos</em> de sua existência.</p>
<p>Daqui em diante teremos várias nuances, algumas certezas e muitas incertezas. Mas nosso testemunho feminino nos afirma que não abriremos mão – nunca – dos princípios que vigoram entre nós desde a gênese do Coletivo Maria Cobogó: respeito ao próximo, justiça social para todos, luta pela democracia, paixão pelo livro e o amor à língua portuguesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><a href="https://linktr.ee/mariacobogo"><strong>Coletivo Editorial Maria Cobogó</strong></a> – criado por escritoras que querem dar visibilidade à literatura de qualidade feita no Distrito Federal. Nasceu no dia 8 do mês oito do ano de 2018. Três anos de vida, quatorze livros editados, duas vezes finalista do Prêmio Jabuti de Literatura e muita garra para cumprir essa jornada por todo o tempo que virá. #Sigamos</p>
<p><strong><a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/">As Marias</a>: </strong><a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/anamarialopes/">Ana Maria Lopes</a>, <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/christianenobrega/">Christiane Nóbrega</a>, <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/claudineduarte/">Claudine M.D. Duarte</a>, <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/marciazarur/">Marcia Zarur</a> e <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solangecianni/">Solange Cianni</a>.</p></blockquote>
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		<title>BAILARINA DO MEU JARDIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 15:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ano III]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Solange Cianni* | Pequi (Caryocar brasiliense), também chamado de pequizeiro, piqui, piquiá e pequiá, é uma árvore da família das cariocaráceas nativa do cerrado brasileiro. Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária Bailarina que vive no quintal da Solange a inspirou: Nasceu, neste 2021, o livro BAILARINA DO MEU JARDIM! É um livro para todas as idades que mescla palavras,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solange-cianni/"><strong>Solange Cianni</strong></a>* |</p>
<blockquote><p><b>Pequi</b> (<i><b>Caryocar brasiliense</b></i>), também chamado de <b>pequizeiro,</b> <b>piqui</b>, <b>piquiá</b> e <b>pequiá</b>, é uma árvore da família das <strong>cariocaráceas</strong> nativa do cerrado brasileiro.</p></blockquote>
<p>Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária <em>Bailarina</em> que vive no quintal da Solange a inspirou:</p>
<p style="text-align: center;">Nasceu, neste 2021, o livro <strong>BAILARINA DO MEU JARDIM!</strong></p>
<p>É um livro para todas as idades que mescla palavras, fotos e movimento como um balé. Uma poesia que dança com vento, chuva e sol.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19406 size-fusion-600" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png" alt="" width="600" height="338" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-200x113.png 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-300x169.png 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-400x225.png 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-768x432.png 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-800x450.png 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1024x576.png 1024w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1200x675.png 1200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1536x864.png 1536w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro.png 1600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Fala de uma árvore típica do cerrado brasileiro, o PEQUIZEIRO, que corre risco de extinção, como muitas desta região. Uma anciã com mais de 200 anos que ainda oferta frutos e sombra. Sábia e generosa. E também de uma mulher que busca a terra para se curar e encontra a árvore, queimada, contorcida, maltratada assim como ela. Trocam de lugar e de cuidados, construindo uma relação afetuosa e respeitosa.</p>
<p>Aos poucos, ela aprende com o tempo dos ciclos da natureza e das estações do ano, a dançar no jardim com a velha árvore e a celebrar a vida. Celebremos todos nós!</p>
<p>A obra conta, além do texto de <strong>Solange Cianni</strong>, com as fotos do <strong>João Antônio de Lima Esteves.</strong> Não bastasse essa dupla talentosa, o <strong>Gabriel Guirá</strong> topou fazer as ilustrações e o inovador projeto gráfico. Nossa parceira, <strong>Gabriela Artemis</strong> cuidou da revisão. Quer conhecer o livro <em><strong>Bailarina do meu jardim ?</strong></em> Após o seu lançamento, em Brasília, no começo de setembro, alguns leitores partilharam suas impressões:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A Bailaria encantou meu jardim de sonhos, trouxe cor e companhia para meus protetores noturnos, ela é linda!&#8221; &#8211; Ieda Rizzo</p>
<p>&#8220;Belo livro de Solange Cianni: a bailarina do meu jardim. Mais uma edição competente do selo editorial Maria Cobogó&#8221; &#8211; Maria Felix Fontele</p>
<p>&#8220;Amei a arte do livro. As cores. O formato e, claro, a escrita poética&#8221; &#8211; Gizelma Fernandes</p>
<p>&#8220;Que linda a sua bailarina. Eu a vi dançando em seu jardim, bailando em cada palavra transformando gestos em poesia e me transportando para um universo de paz e harmonia. Trouxe-me memórias do meu tempo de criança. Senti-me abraçado e me deliciei com o cheiro das flores e do fruto, e do sabor que, de certa forma, está em minhas raízes também&#8230; Você é ela e ela está em você e todos estamos juntos, bailando nessa poesia de cores e sabores envoltos em delicadeza, resistência e transformação. Encantado, cultivando&#8230; laços e amizades.&#8221; &#8211; Henrique Fidalgo</p>
<p>&#8220;Acabei de ler e ver a Bailarina do meu Jardim. Uma beleza de poesia telúrica&#8230;&#8221; &#8211; Marília Panitz</p>
<p>&#8220;Bailarinas: Certamente elas são cúmplices entre si! A do Jardim e a da Vida! Uma fortalece a outra! Uma dá sustentação à outra! Uma complementa a outra! A do Jardim, mesmo &#8216;imóvel&#8217; no câmbré, segue viva dando frutos, aromas, sombras, beleza! A da Vida, segue na sua coreografia, dando poesias, amizades, afetos, desafios&#8230; Tão lindas essas Meninas Bailarinas!!!&#8221; &#8211; Sérgio Fidalgo</p>
<p>&#8220;Amei a Bailarina! Me trouxe um sopro de natureza cíclica, uma identificação com os tempos que passam, com as épocas e memórias preciosas. Coisas que árvores antigas sabem e nos transmitem. Sentimento de segurança e entrega perto delas.&#8221; &#8211; Lia Molinari</p>
<p>&#8220;O livro está lindo, belo poema/texto e fotos e arte, tudo encadeado no movimento da bailarina. Já me apaixonei por ela!&#8221; &#8211; Kuka Escosteguy</p>
<div>&#8220;Solange, com a &#8216;Bailarina do meu jardim&#8217; você realiza,  e nisso me incluo, sua relação com a mãe terra, através das árvores. Aqui uma enorme, antiga, &#8216;avós das avós&#8217;, valente, vencedora. Rugosa, cascuda, áspera, mas sempre querida e amiga. A que cuida de você, por isso, cuidada. Muito bom e bonito isso de expressar essas relações profundas. É retribuição à pequizeira, de toda a beleza  de suas flores, frutos e ornamentos que abriga.  É gratidão por seus ensinamentos  nos ciclos. Uma reintegração à natureza,  enfim. Como precisa…</div>
<div>O projeto gráfico ficou lindo, nos desenhos, fotografias. Adorei a rugosidade do papel na saia da bailarina. Já antecipa o que virá. O texto com os tipos antigos da máquina de escrever. O conteúdo sucinto e afetivo conta direitinho sua história com a árvore. Tudo muito bem feito. Sucesso com sua bailarina!!!&#8221; &#8211; Sandra Daher</div>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>MARIA COBOGÓ Coletivo Editorial      &#8211;       2021      &#8211;     Ano III    </strong><strong>  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A Musa</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/a-musa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 03:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[#mariacobogó]]></category>
		<category><![CDATA[#musa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Maria Cobogó * |   Não, não é uma pintura. Nem é uma caliandra do cerrado. Um ipê florido? Projeto arquitetônico de linhas puras e belas? Não. Ela podia ser tudo isso, mas é mais. Com uma elegância discreta ela se equilibra entre a firmeza da ação e a poesia da existência. Vive por extenso</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/a-musa/">A Musa</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por Maria Cobogó * |</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Não, não é uma pintura.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Nem é uma caliandra do cerrado.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Um ipê florido?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Projeto arquitetônico de linhas puras e belas? Não.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Ela podia ser tudo isso, mas é mais.</strong></p>
<p><strong>Com uma elegância discreta ela se equilibra entre a firmeza da ação e a poesia da existência.</strong></p>
<p><strong>Vive por extenso seus papeis de filha, mãe, profissional e escritora. Estreou como autora no Coletivo Maria Cobogó e aqui imprime sua digital com força. Sua identidade de repórter e cronista une a ação e a reflexão. E os saldos são sempre positivos.</strong></p>
<p><strong>Conjugando a suavidade – sua marca registrada – com a firmeza de seus atos, ela segue pela vida criando vínculos e despertando nas pessoas os sentimentos mais puros.</strong></p>
<p><strong>Filha de Brasília, ama e luta pela cidade e suas gentes com a força e a garra de uma leoa. E Brasília a abraça com um abraço de mãe, um colo de vó, um ombro amigo, um beijo de namorado.</strong></p>
<p><strong>Ao que ela toca incorpora uma entrega completa. Não se abrevia, vai inteira em todos os projetos que considera sérios.</strong></p>
<p><strong>E nós, Maria Cobogós, nos rendemos ao enlace desse encontro. É a parceira que a vida nos contemplou.</strong></p>
<p><strong> Sem saber como ilustrá-la, lançamos mão de parte de uma citação de Roland Barthes: “<em>Foram precisos muitos acasos, muitas coincidências surpreendentes ( e talvez muitas procuras) para que &#8230;”</em> encontrássemos Marcia e, com ela, harmonizar nosso grupo de amantes da literatura.</strong></p>
<p><strong>Feliz aniversário, Marcia Cobogó!</strong></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">                                   <strong>* * *</strong></p>
<p><strong>*</strong>O <strong>Coletivo Editorial Maria Cobogó</strong> foi criado há três anos. São cinco escritoras do DF que se propõem a divulgar a literatura em todas as suas formas.</p>
<p><strong>**Marcia Zarur</strong> é jornalista, escritora e uma das fundadoras do Coletivo Maria Cobogó. Atua em mídias áudiovisuais e escreve para diversos blogues. Seu primeiro livro, <em>Amor Concreto</em>, foi publicado em 2018. Em agosto lançará o primeiro volume da coleção infanto-juvenil <em>Mestres Cobogós – Glenio Bianchetti</em>. (foto por Glenio Dettmar)</p>
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