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	<title>Arquivos lançamento - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Sep 2021 13:05:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Os Bastidores da Bailarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 01:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Solange Cianni* |    Livro - poesia - coreografia. Uma árvore nativa, uma mulher antiga. O tempo. O tempo. O tempo.   Tudo começou num período de seca como este agora. Encontrei um pedaço de terra maltratado, queimado, abandonado.  Os passarinhos passavam direto para outros quintais. Senti uma vontade de ficar, também estava ressecada,</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/os-bastidores-da-bailarina/">Os Bastidores da Bailarina</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Solange Cianni* |</strong></p>
<p><strong><u> </u></strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;"><em> Livro &#8211; poesia &#8211; coreografia.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Uma árvore nativa, uma mulher antiga.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>O tempo. O tempo. O tempo.</em></p>
<p><em> </em></p></blockquote>
<p>Tudo começou num período de seca como este agora. Encontrei um pedaço de terra maltratado, queimado, abandonado.  Os passarinhos passavam direto para outros quintais. Senti uma vontade de ficar, também estava ressecada, sabia como era.</p>
<p>Então comecei a cuidar.</p>
<p>Adubei, plantei, molhei, conversei. Adubei de novo, molhei todos os dias. O jardim foi ficando colorido e perfumado. Os passarinhos, aos poucos, foram chegando curiosos, meio tímidos, mas logo criaram intimidade e foram convidando outros e outros.  Meu jardim se transformou numa orquestra de melodias histéricas do joão-de-barro e melancólicas das sabiás.  Fofocas e gritarias das maritacas e papagaios. Tambores e percussão dos tucanos e pica-paus. Canto atento e selvagem das corujas. Composição singular da melodia para a coreografia do meu jardim.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19421 size-fusion-400" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe-400x533.jpg" alt="" width="400" height="533" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe-200x267.jpg 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe-225x300.jpg 225w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe-400x533.jpg 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe-600x800.jpg 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Baila-detalhe.jpg 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Eu, vaidosa, admirava tudo com tanto orgulho! Até que veio a seca. De novo. Meu jardim perdeu as cores e o perfume. Tudo era marrom.  Lembrei do tempo que investi naquele lugar e, apegada e ignorante,  pensava  que meu jardim se tornaria um deserto. Sofria com elas, as plantas. Sou dessas que anda descalça na terra e abraça árvores para renovar a energia. Mas o cerrado tem seus segredos escondidos nos subterrâneos onde as raízes conversam. Bioma muito antigo e cheio de sabedoria.</p>
<p>Então comecei a aprender.</p>
<p>No centro do palco, local de destaque, estava ela, a maior de todas, a mais antiga, a mais nobre anciã. As outras, eram pano de fundo para a grande estrela do balé. Um pequizeiro de 200 anos, abraçando todas as plantas do lugar, bailando conforme as estações. No inverno,  tragédia, na primavera, ciranda, no verão, samba e pagode e no outono, piruetas. Eu, descrente, pensava que ela estava morrendo. Ela, a protagonista, serena e sábia, declamava com o vento quente que tudo são ciclos. Apenas ciclos.</p>
<p>Então comecei a entender.</p>
<p>Eu fazia a minha parte. A outra não dependia de mim. Era um jardim com vida própria, convivendo em harmonia e respeito ao tempo. O solo seco precisa de proteção para manter um pouco de umidade, por isso as árvores ficam carecas, uma doação de suas folhas à terra. As raízes saem em busca de lençóis freáticos para dar de beber às plantas. Quanto maiores as copas, maiores ainda as raízes, para perfurar o solo pedregoso e colaborar com o pequeno ecossistema do meu jardim. Vegetação forte, poderosa e independente. Confiei no que escutei e enterrei minha culpa.</p>
<p>Então sonhei poesia.</p>
<p>Convidei João Antônio, grande e talentoso amigo, que  fotografa  jardins e suas maravilhas, para sonhar comigo e compor  esta coreografia. Isso foi em julho do ano passado, 2020, em plena pandemia. Um ano inteiro registrando as mudanças da bailarina. Nós de máscara, mantínhamos certa distância e, eventualmente, testávamos para garantir a nossa saúde. Ela, valente, enfrentava o novo, de novo.</p>
<p>Então começaram as vacinas.</p>
<p>Então comecei a dançar.</p>
<p>Eu, João e ela, a 1ª bailarina do meu jardim. Mas o corpo de baile ainda não estava completo.  Precisávamos de um projeto gráfico que bailasse com todo esse universo. Encontramos a bela e sensível arte de Gabriel Guirá, e juntos começamos a bailar e a cirandar no nosso jardim. Gabriel criou um livro que dança, que dobra e desdobra,  assim como as palavras, as fotografias e o jardim. Agora sim, está concluída a coreografia.</p>
<p><strong> <img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19423 size-fusion-400" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-400x400.jpg" alt="" width="400" height="400" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-66x66.jpg 66w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-150x150.jpg 150w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-200x200.jpg 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-300x300.jpg 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-400x400.jpg 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-600x600.jpg 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-768x768.jpg 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-800x800.jpg 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-1024x1024.jpg 1024w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento-1200x1200.jpg 1200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Livro-lançamento.jpg 1280w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong><strong> </strong></p>
<p><a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solange-cianni/"><strong>Solange Cianni </strong></a>é escritora, psicopedadoga e atriz. Fundadora do Coletivo Maria Cobogó, ela escreve, dança, canta, nada e fala com as plantas de seu jardim. Dessa interação nasceu o livro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bailarina do meu Jardim</strong> – será lançado no dia 5 de setembro, domingo, no espaço Infinu – W3/ 506 Sul. Das 10 às 14 horas, Solange Cianni, João Antônio e Gabriel Guirá receberão os parceiros de dança com distanciamento e muitos cuidados. Ao ar livre!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/os-bastidores-da-bailarina/">Os Bastidores da Bailarina</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
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		<title>BAILARINA DO MEU JARDIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 15:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ano III]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Solange Cianni* | Pequi (Caryocar brasiliense), também chamado de pequizeiro, piqui, piquiá e pequiá, é uma árvore da família das cariocaráceas nativa do cerrado brasileiro. Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária Bailarina que vive no quintal da Solange a inspirou: Nasceu, neste 2021, o livro BAILARINA DO MEU JARDIM! É um livro para todas as idades que mescla palavras,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solange-cianni/"><strong>Solange Cianni</strong></a>* |</p>
<blockquote><p><b>Pequi</b> (<i><b>Caryocar brasiliense</b></i>), também chamado de <b>pequizeiro,</b> <b>piqui</b>, <b>piquiá</b> e <b>pequiá</b>, é uma árvore da família das <strong>cariocaráceas</strong> nativa do cerrado brasileiro.</p></blockquote>
<p>Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária <em>Bailarina</em> que vive no quintal da Solange a inspirou:</p>
<p style="text-align: center;">Nasceu, neste 2021, o livro <strong>BAILARINA DO MEU JARDIM!</strong></p>
<p>É um livro para todas as idades que mescla palavras, fotos e movimento como um balé. Uma poesia que dança com vento, chuva e sol.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19406 size-fusion-600" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png" alt="" width="600" height="338" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-200x113.png 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-300x169.png 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-400x225.png 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-768x432.png 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-800x450.png 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1024x576.png 1024w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1200x675.png 1200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1536x864.png 1536w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro.png 1600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Fala de uma árvore típica do cerrado brasileiro, o PEQUIZEIRO, que corre risco de extinção, como muitas desta região. Uma anciã com mais de 200 anos que ainda oferta frutos e sombra. Sábia e generosa. E também de uma mulher que busca a terra para se curar e encontra a árvore, queimada, contorcida, maltratada assim como ela. Trocam de lugar e de cuidados, construindo uma relação afetuosa e respeitosa.</p>
<p>Aos poucos, ela aprende com o tempo dos ciclos da natureza e das estações do ano, a dançar no jardim com a velha árvore e a celebrar a vida. Celebremos todos nós!</p>
<p>A obra conta, além do texto de <strong>Solange Cianni</strong>, com as fotos do <strong>João Antônio de Lima Esteves.</strong> Não bastasse essa dupla talentosa, o <strong>Gabriel Guirá</strong> topou fazer as ilustrações e o inovador projeto gráfico. Nossa parceira, <strong>Gabriela Artemis</strong> cuidou da revisão. Quer conhecer o livro <em><strong>Bailarina do meu jardim ?</strong></em> Após o seu lançamento, em Brasília, no começo de setembro, alguns leitores partilharam suas impressões:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A Bailaria encantou meu jardim de sonhos, trouxe cor e companhia para meus protetores noturnos, ela é linda!&#8221; &#8211; Ieda Rizzo</p>
<p>&#8220;Belo livro de Solange Cianni: a bailarina do meu jardim. Mais uma edição competente do selo editorial Maria Cobogó&#8221; &#8211; Maria Felix Fontele</p>
<p>&#8220;Amei a arte do livro. As cores. O formato e, claro, a escrita poética&#8221; &#8211; Gizelma Fernandes</p>
<p>&#8220;Que linda a sua bailarina. Eu a vi dançando em seu jardim, bailando em cada palavra transformando gestos em poesia e me transportando para um universo de paz e harmonia. Trouxe-me memórias do meu tempo de criança. Senti-me abraçado e me deliciei com o cheiro das flores e do fruto, e do sabor que, de certa forma, está em minhas raízes também&#8230; Você é ela e ela está em você e todos estamos juntos, bailando nessa poesia de cores e sabores envoltos em delicadeza, resistência e transformação. Encantado, cultivando&#8230; laços e amizades.&#8221; &#8211; Henrique Fidalgo</p>
<p>&#8220;Acabei de ler e ver a Bailarina do meu Jardim. Uma beleza de poesia telúrica&#8230;&#8221; &#8211; Marília Panitz</p>
<p>&#8220;Bailarinas: Certamente elas são cúmplices entre si! A do Jardim e a da Vida! Uma fortalece a outra! Uma dá sustentação à outra! Uma complementa a outra! A do Jardim, mesmo &#8216;imóvel&#8217; no câmbré, segue viva dando frutos, aromas, sombras, beleza! A da Vida, segue na sua coreografia, dando poesias, amizades, afetos, desafios&#8230; Tão lindas essas Meninas Bailarinas!!!&#8221; &#8211; Sérgio Fidalgo</p>
<p>&#8220;Amei a Bailarina! Me trouxe um sopro de natureza cíclica, uma identificação com os tempos que passam, com as épocas e memórias preciosas. Coisas que árvores antigas sabem e nos transmitem. Sentimento de segurança e entrega perto delas.&#8221; &#8211; Lia Molinari</p>
<p>&#8220;O livro está lindo, belo poema/texto e fotos e arte, tudo encadeado no movimento da bailarina. Já me apaixonei por ela!&#8221; &#8211; Kuka Escosteguy</p>
<div>&#8220;Solange, com a &#8216;Bailarina do meu jardim&#8217; você realiza,  e nisso me incluo, sua relação com a mãe terra, através das árvores. Aqui uma enorme, antiga, &#8216;avós das avós&#8217;, valente, vencedora. Rugosa, cascuda, áspera, mas sempre querida e amiga. A que cuida de você, por isso, cuidada. Muito bom e bonito isso de expressar essas relações profundas. É retribuição à pequizeira, de toda a beleza  de suas flores, frutos e ornamentos que abriga.  É gratidão por seus ensinamentos  nos ciclos. Uma reintegração à natureza,  enfim. Como precisa…</div>
<div>O projeto gráfico ficou lindo, nos desenhos, fotografias. Adorei a rugosidade do papel na saia da bailarina. Já antecipa o que virá. O texto com os tipos antigos da máquina de escrever. O conteúdo sucinto e afetivo conta direitinho sua história com a árvore. Tudo muito bem feito. Sucesso com sua bailarina!!!&#8221; &#8211; Sandra Daher</div>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>MARIA COBOGÓ Coletivo Editorial      &#8211;       2021      &#8211;     Ano III    </strong><strong>  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ALQUIMIA URBANA</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/urbanismo-livro-analisa-brasilia-e-outras-cidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 10:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Urbanismo: livro analisa Brasília e outras cidades Por Chico Sant'Anna* | Em sessenta artigos escritos com bom humor, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla? Em tempos de mudanças radicais no projeto urbanístico de Brasilia, com a criação de novos bairros, a mudança de destino de uso, transformando</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/urbanismo-livro-analisa-brasilia-e-outras-cidades/">ALQUIMIA URBANA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Urbanismo: livro analisa Brasília e outras cidades</h1>
<p>Por<a href="https://chicosantanna.wordpress.com/"> Chico Sant&#8217;Anna</a>* |</p>
<blockquote><p><strong>Em sessenta artigos escritos com bom humor, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla?</strong></p></blockquote>
<p>Em tempos de mudanças radicais no projeto urbanístico de Brasilia, com a criação de novos bairros, a mudança de destino de uso, transformando bairros residenciais em comerciais é importante ir beber na fonte de quem sabe.</p>
<p>Discutir as cidades, seus códigos e suas peculiaridades: esse é um dos pontos que o arquiteto e professor aposentado da Universidade de Brasília, Geraldo Nogueira Batista, pretende com seu novo livro. <em>Alquimia Urbana</em>, primeiro autor homem do Coletivo Maria Cobogó –  grupo que só editava até então escritoras mulheres –  veio para questionar as cidades, seus traçados, seus erros, acertos e desvios.</p>
<p>Agregando uma experiência de 40 anos como arquiteto e urbanista, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla ? Essa e outras questões são contempladas com seriedade e bom humor em sessenta artigos escritos. A maioria deles sobre Brasília, de quem o autor possui uma visão amorosa e crítica.</p>
<p>Geraldo Nogueira Batista trouxe para as páginas de <em>Alquimia Urbana</em> também suas análises realizadas a partir de suas andanças pelo mundo. Dessa forma, diversas cidades, como o Rio de Janeiro, Dresden, Fez, Berlim , Mendoza e muitas outras foram contempladas em suas considerações.</p>
<div id="attachment_19333" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19333" class="wp-image-19333 size-medium" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-200x300.jpg 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-400x600.jpg 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-600x900.jpg 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-682x1024.jpg 682w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-768x1152.jpg 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-800x1200.jpg 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48.jpg 853w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><p id="caption-attachment-19333" class="wp-caption-text">Geraldo Nogueira Batista / Foto Nelson Fleury</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>*<strong>Chico Sant&#8217;Anna</strong> é jornalista e documentarista. Natural do Rio de Janeiro, vive em Brasília desde 1958, partilhando um olhar diferenciado sobre a cidade em <a href="https://chicosantanna.wordpress.com/">https://chicosantanna.wordpress.com/</a>, onde o texto acima foi publicado em 26/07/2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro ALQUIMIA URBANA (2021), de Geraldo Nogueira Batista, selo editorial Maria Cobogó pode ser adquirido no <a href="https://www.estantevirtual.com.br/livreiros/domcaixote">Sebo Dom Caixote</a> ou pelo email vendas@outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/urbanismo-livro-analisa-brasilia-e-outras-cidades/">ALQUIMIA URBANA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
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