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	<title>Arquivos Lançamento - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Nov 2022 01:02:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Audiobook Francisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/audiobook-francisco/">Audiobook Francisco</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
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		<title>Quando Cinco Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 00:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Daily Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coletivo Maria Cobogó * |   Quando cinco mulheres se juntam tudo pode acontecer. Até mesmo descobrirem que escrever é vital, necessário e imperioso. Que a vida é uma eterna gestação, de gentes, palavras, livros e ações. Quando cinco mulheres se juntam elas procuram o caminho. Quase sempre o encontram, mas se não o acham,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coletivo Maria Cobogó * |</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quando cinco mulheres se juntam tudo pode acontecer. Até mesmo descobrirem que escrever é vital, necessário e imperioso. Que a vida é uma eterna gestação, de gentes, palavras, livros e ações.</p>
<p>Quando cinco mulheres se juntam elas procuram o caminho. Quase sempre o encontram, mas se não o acham, constroem outros.</p>
<p>Quando cinco mulheres se juntam sonham sonhos de necessidades – utópicas ou não; coletivas ou não. Sonham tramas, bordados, tranças e danças na busca de um mundo melhor.</p>
<p>Sabem que são produtoras de bens mais fortes que fuzis e manejam suas armas com o poder mais eficaz dessa luta: a palavra.</p>
<p>Cinco mulheres juntas não precisam de ficha biográfica. São mulheres que escrevem com um denominador comum: a reflexão do mundo, a documentação da vida, a instrumentalização do amor.</p>
<p>Assim são as cinco mulheres do Coletivo Maria Cobogó. Cada uma são várias. Cada uma carrega dezenas de outras, e outras, e outras, numa ciranda sem fim.</p>
<p>Essas cinco mulheres ousam e se revelam na escrita. Contam histórias inventadas, contam invenções reais, contam contos, lendas vivenciadas, memórias que não existiram e lembranças do futuro.</p>
<p>Quando cinco mulheres se juntam elas lançam livros aos quatro ventos. E é o que vai acontecer no dia 5 de maio, quando o sol começar a se por. Haverá uma grande reunião de amigos, parceiros da jornada literária, personagens reais ou não. Todos celebrando a literatura até acabar o quibe do Beirute da Asa Sul.</p>
<p>Quando cinco mulheres se juntam acontecem esses livros:</p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote><p><strong>ATLAS DE MEMÓRIAS E OUTROS EXÍLIOS</strong> – de <strong>Claudine M.D.Duarte</strong> é um livro de minicontos que, no dizer de Tâmara  Habka, ilustradora, “a autora se permite e nos permite entrar em um perigoso caminho de empatia em relação à jornada de suas 12 personagens&#8230;”  São mergulhos memoráveis na memória de cada ser que se entrelaça e que tenta se resgatar.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>A GUERRA INVISÍVEL</strong> – <strong>Um Romance Histórico</strong> – é a primeira experiência da escritora <strong>Ana Maria Lopes</strong> no romance. Ela conta a saga de mulheres – históricas e ficcionais &#8211; que rompem com tradições e se lançam no mais sangrento episódio da América do Sul – A Guerra do Paraguai. Ignoradas pelo historiografia, a autora pesquisou centenas de mulheres que, anonimamente ou não, impactaram o destino de seus países.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>HIATO</strong> – <strong>Christiane Nóbrega</strong> trata os trancos da vida com uma modernidade cinematográfica e uma leveza ímpar nesse romance de perdas e ganhos. Mais ganhos do que perdas, na verdade. A autora vai traçando o perfil de uma mulher que amadurece na dor e se descobre – ao fim dos embates – inteira e íntegra, tomando as rédeas de sua vida após levar a vida a dois ao limite do suportável.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>O LUTO DA BALEIA</strong> – <strong>Solange Cianni</strong> &#8211;  “Após 17 dias de luto, a baleia orca separa-se do corpo de seu filhote morto, que empurrou com a cabeça por mais de 1 mil km, numa jornada de luto sem precedentes. &#8230;Ela se despediu com um canto grave que ecoou por toda a praia e mais além&#8230;.”  Essa epígrafe ilustra o rito das baleias ante ao luto e levou a autora a tomar fôlego para escrever sobre seu próprio luto e seu nado desesperado. Esse fôlego fica suspenso desde a primeira linha do romance, durante o nado, quando soam os tambores até a emersão.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>PORTA-RETRATO</strong> – <strong>Tânia Maria</strong> – “Escritora desde sempre, autora desde agora” esta é a frase que melhor resume o primeiro livro de poemas de Tânia Maria. São poemas confessionais, de vida, de amor, de fé, de resistência e de memória. Entre a poesia dessa goiana de Ipameri, entre um verso e outro, encontramos receitas que remontam à infância e ao sabor da vida verdadeiramente vivida.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lançamento de 5 livros do Coletivo Editorial Maria Cobogó: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>5 de maio no Beirute da 109 Sul, a partir das 17h55 &#8211; Brasília-DF.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p><strong>*</strong>O <strong>Coletivo Maria Cobogó</strong> foi criado em 2018, fruto do I Encontro do Mulherio das Letras realizado em João Pessoa, Paraíba. Nasceu para dar visibilidade à escrita de mulheres do Distrito Federal e do Centro-Oeste. De lá para cá promoveu eventos, lançou livros, fomentou a leitura, contou histórias e espalhou a ideia de que mãos foram feitas para se entrelaçarem.</p>
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		<title>MESTRES COBOGÓS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 00:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantojuvenil]]></category>
		<category><![CDATA[memorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Ana Maria Lopes e Marcia Zarur*    Ana Maria - A ideia surgiu quando discutíamos projetos para o Coletivo Maria Cobogó. Olhei para Marcia e seus olhos brilharam. Sentimos que ali nascia uma parceria sólida e unida por uma só motivação. Marcia – No momento em que a Ana Maria falou do projeto eu me</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por<a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/anamarialopes/"><strong> Ana Maria Lopes</strong></a> e <strong><a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/marciazarur/">Marcia Zarur</a>* </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> &#8211; A ideia surgiu quando discutíamos projetos para o Coletivo Maria Cobogó. Olhei para Marcia e seus olhos brilharam. Sentimos que ali nascia uma parceria sólida e unida por uma só motivação.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – No momento em que a Ana Maria falou do projeto eu me encantei. Esse brilho no olho que ela diz é pura paixão por Brasília e estar nesse projeto foi um presente!</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – A partir daí, sentimos que o Mestres Cobogós se tornaria realidade. Seria uma coleção com dez volumes. Cada um deles dedicado a um mestre na sua área.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Nossa vontade era a de levar para as novas gerações esses nomes &#8211; tão importantes na construção e consolidação de Brasília. Fizemos uma lista de personalidades importantes. Foram mais de trinta.</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – Quando definimos que o primeiro seria o Glenio Bianchetti, foi uma festa! Marcia fez logo contato com a família e partimos para a realização. Foram encontros de uma alegria indizível. Cada conversa com as filhas e a Ailema Bianchetti, era um momento de lembranças, risadas e saudades.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Eu sempre digo que a Cuca, a Ângela e a Dona Ailema são a minha família estendida, então a gente compartilha aquelas lembranças mais felizes. Como a Ana disse: cada encontro é sempre uma festa e ainda tivemos a alegria da Dona Ailema criar a carinha do fantoche Giroflê que conta a história do Glenio Bianchetti. Veja só que privilégio!</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – Giroflê fez festa na alma. Ele é parte da vida do Glenio que teve sua biografia cuidadosamente estudada. Mas os casos contados pela Ailema, Angela e Cuca, deram um sabor especial ao texto. Aos poucos fomos montando a narrativa com peculiaridades do cotidiano dos Bianchetti.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Eu sempre admirei a Ana Maria, mas não imaginava que trabalhar com ela seria tão prazeroso. Nossa sintonia é inacreditável. E, além da ajuda inestimável da família Bianchetti, contamos com a parceria de todas as integrantes do Maria Cobogó. E a Solange Cianni, que é psicopedagoga, fez um encarte com sugestões para professores trabalharem o livro em sala de aula. Além disso, tivemos um projeto gráfico primoroso.</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – Decidido o projeto gráfico e criada uma logomarca para a coleção, vieram as cores. Nossa designer, Bia Socha, penou para manter as cores do livro fieis às tintas do artista. Foram seis meses de encontros e trabalho.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Encontros, trabalho e muito carinho. Tem afeto em cada detalhe desse projeto. Contamos ainda com o olhar certeiro e amoroso da nossa revisora, Gabriela Artemis.  Enfim, formamos uma equipe que trabalhou com dedicação e, principalmente, amor às artes de forma geral.</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – A gráfica imprimiu fielmente a nossa proposta. Por fim, recebemos o livro. Não deu outra. Choramos como se crianças fossemos. O trabalho realizado nos deu ciência de termos feito o melhor que pudemos. Aí veio a melhor parte.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Apresentar o livro para Dona Ailema e para a família Bianchetti foi mágico. Nem preciso dizer que choramos de novo&#8230;</p>
<p><strong>Ana Maria</strong> – Sentimos que nosso projeto iria além. Vamos tentar, com muita fé e idealismo, levar para as escolas públicas a vida e a obra de quem tornou Brasília essa cidade espetacular.</p>
<p><strong>Marcia</strong> – Agora, finalmente, vamos tornar público o livro que tanto nos encantou em sua realização. A cabeça e o coração já pensam e sentem o quão lindos serão os volumes de Athos Bulcão, Dulcina de Morais e tantos outros talentos que Brasília nos ofereceu.</p>
<p style="text-align: center;">                                          <strong>***</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>Mestres Cobogós/ Glenio Bianchetti</strong> – Editado pelo Coletivo Maria Cobogó será lançado no Beirute da 109 Sul, no dia 22 de setembro, início da primavera, das 17 às 21 horas.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Ana Maria Lopes</strong> e <strong>Marcia Zarur</strong> – são jornalistas, escritoras, parceiras de aventura e apaixonadas por Brasília e sua gente. São integrantes do Coletivo Maria Cobogó e acreditam no poder de transformação e resistência da Literatura.</p>
<p><strong>Imagem: </strong>o clique é do arquiteto e urbanista Geraldo Nogueira Batista que flagrou o momento em que as autoras inserem livro e fantoche (Giroflê) dentro da ecobag Mestres Cobogós. Imperdível!</p>
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		<title>BAILARINA DO MEU JARDIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 15:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ano III]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Solange Cianni* | Pequi (Caryocar brasiliense), também chamado de pequizeiro, piqui, piquiá e pequiá, é uma árvore da família das cariocaráceas nativa do cerrado brasileiro. Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária Bailarina que vive no quintal da Solange a inspirou: Nasceu, neste 2021, o livro BAILARINA DO MEU JARDIM! É um livro para todas as idades que mescla palavras,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solange-cianni/"><strong>Solange Cianni</strong></a>* |</p>
<blockquote><p><b>Pequi</b> (<i><b>Caryocar brasiliense</b></i>), também chamado de <b>pequizeiro,</b> <b>piqui</b>, <b>piquiá</b> e <b>pequiá</b>, é uma árvore da família das <strong>cariocaráceas</strong> nativa do cerrado brasileiro.</p></blockquote>
<p>Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária <em>Bailarina</em> que vive no quintal da Solange a inspirou:</p>
<p style="text-align: center;">Nasceu, neste 2021, o livro <strong>BAILARINA DO MEU JARDIM!</strong></p>
<p>É um livro para todas as idades que mescla palavras, fotos e movimento como um balé. Uma poesia que dança com vento, chuva e sol.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19406 size-fusion-600" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png" alt="" width="600" height="338" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-200x113.png 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-300x169.png 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-400x225.png 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-768x432.png 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-800x450.png 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1024x576.png 1024w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1200x675.png 1200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1536x864.png 1536w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro.png 1600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Fala de uma árvore típica do cerrado brasileiro, o PEQUIZEIRO, que corre risco de extinção, como muitas desta região. Uma anciã com mais de 200 anos que ainda oferta frutos e sombra. Sábia e generosa. E também de uma mulher que busca a terra para se curar e encontra a árvore, queimada, contorcida, maltratada assim como ela. Trocam de lugar e de cuidados, construindo uma relação afetuosa e respeitosa.</p>
<p>Aos poucos, ela aprende com o tempo dos ciclos da natureza e das estações do ano, a dançar no jardim com a velha árvore e a celebrar a vida. Celebremos todos nós!</p>
<p>A obra conta, além do texto de <strong>Solange Cianni</strong>, com as fotos do <strong>João Antônio de Lima Esteves.</strong> Não bastasse essa dupla talentosa, o <strong>Gabriel Guirá</strong> topou fazer as ilustrações e o inovador projeto gráfico. Nossa parceira, <strong>Gabriela Artemis</strong> cuidou da revisão. Quer conhecer o livro <em><strong>Bailarina do meu jardim ?</strong></em> Após o seu lançamento, em Brasília, no começo de setembro, alguns leitores partilharam suas impressões:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A Bailaria encantou meu jardim de sonhos, trouxe cor e companhia para meus protetores noturnos, ela é linda!&#8221; &#8211; Ieda Rizzo</p>
<p>&#8220;Belo livro de Solange Cianni: a bailarina do meu jardim. Mais uma edição competente do selo editorial Maria Cobogó&#8221; &#8211; Maria Felix Fontele</p>
<p>&#8220;Amei a arte do livro. As cores. O formato e, claro, a escrita poética&#8221; &#8211; Gizelma Fernandes</p>
<p>&#8220;Que linda a sua bailarina. Eu a vi dançando em seu jardim, bailando em cada palavra transformando gestos em poesia e me transportando para um universo de paz e harmonia. Trouxe-me memórias do meu tempo de criança. Senti-me abraçado e me deliciei com o cheiro das flores e do fruto, e do sabor que, de certa forma, está em minhas raízes também&#8230; Você é ela e ela está em você e todos estamos juntos, bailando nessa poesia de cores e sabores envoltos em delicadeza, resistência e transformação. Encantado, cultivando&#8230; laços e amizades.&#8221; &#8211; Henrique Fidalgo</p>
<p>&#8220;Acabei de ler e ver a Bailarina do meu Jardim. Uma beleza de poesia telúrica&#8230;&#8221; &#8211; Marília Panitz</p>
<p>&#8220;Bailarinas: Certamente elas são cúmplices entre si! A do Jardim e a da Vida! Uma fortalece a outra! Uma dá sustentação à outra! Uma complementa a outra! A do Jardim, mesmo &#8216;imóvel&#8217; no câmbré, segue viva dando frutos, aromas, sombras, beleza! A da Vida, segue na sua coreografia, dando poesias, amizades, afetos, desafios&#8230; Tão lindas essas Meninas Bailarinas!!!&#8221; &#8211; Sérgio Fidalgo</p>
<p>&#8220;Amei a Bailarina! Me trouxe um sopro de natureza cíclica, uma identificação com os tempos que passam, com as épocas e memórias preciosas. Coisas que árvores antigas sabem e nos transmitem. Sentimento de segurança e entrega perto delas.&#8221; &#8211; Lia Molinari</p>
<p>&#8220;O livro está lindo, belo poema/texto e fotos e arte, tudo encadeado no movimento da bailarina. Já me apaixonei por ela!&#8221; &#8211; Kuka Escosteguy</p>
<div>&#8220;Solange, com a &#8216;Bailarina do meu jardim&#8217; você realiza,  e nisso me incluo, sua relação com a mãe terra, através das árvores. Aqui uma enorme, antiga, &#8216;avós das avós&#8217;, valente, vencedora. Rugosa, cascuda, áspera, mas sempre querida e amiga. A que cuida de você, por isso, cuidada. Muito bom e bonito isso de expressar essas relações profundas. É retribuição à pequizeira, de toda a beleza  de suas flores, frutos e ornamentos que abriga.  É gratidão por seus ensinamentos  nos ciclos. Uma reintegração à natureza,  enfim. Como precisa…</div>
<div>O projeto gráfico ficou lindo, nos desenhos, fotografias. Adorei a rugosidade do papel na saia da bailarina. Já antecipa o que virá. O texto com os tipos antigos da máquina de escrever. O conteúdo sucinto e afetivo conta direitinho sua história com a árvore. Tudo muito bem feito. Sucesso com sua bailarina!!!&#8221; &#8211; Sandra Daher</div>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>MARIA COBOGÓ Coletivo Editorial      &#8211;       2021      &#8211;     Ano III    </strong><strong>  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ALQUIMIA URBANA</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/urbanismo-livro-analisa-brasilia-e-outras-cidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 10:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Urbanismo: livro analisa Brasília e outras cidades Por Chico Sant'Anna* | Em sessenta artigos escritos com bom humor, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla? Em tempos de mudanças radicais no projeto urbanístico de Brasilia, com a criação de novos bairros, a mudança de destino de uso, transformando</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Urbanismo: livro analisa Brasília e outras cidades</h1>
<p>Por<a href="https://chicosantanna.wordpress.com/"> Chico Sant&#8217;Anna</a>* |</p>
<blockquote><p><strong>Em sessenta artigos escritos com bom humor, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla?</strong></p></blockquote>
<p>Em tempos de mudanças radicais no projeto urbanístico de Brasilia, com a criação de novos bairros, a mudança de destino de uso, transformando bairros residenciais em comerciais é importante ir beber na fonte de quem sabe.</p>
<p>Discutir as cidades, seus códigos e suas peculiaridades: esse é um dos pontos que o arquiteto e professor aposentado da Universidade de Brasília, Geraldo Nogueira Batista, pretende com seu novo livro. <em>Alquimia Urbana</em>, primeiro autor homem do Coletivo Maria Cobogó –  grupo que só editava até então escritoras mulheres –  veio para questionar as cidades, seus traçados, seus erros, acertos e desvios.</p>
<p>Agregando uma experiência de 40 anos como arquiteto e urbanista, Geraldo Nogueira questiona o papel dos urbanistas no planejamento das cidades. Quem as controla ? Essa e outras questões são contempladas com seriedade e bom humor em sessenta artigos escritos. A maioria deles sobre Brasília, de quem o autor possui uma visão amorosa e crítica.</p>
<p>Geraldo Nogueira Batista trouxe para as páginas de <em>Alquimia Urbana</em> também suas análises realizadas a partir de suas andanças pelo mundo. Dessa forma, diversas cidades, como o Rio de Janeiro, Dresden, Fez, Berlim , Mendoza e muitas outras foram contempladas em suas considerações.</p>
<div id="attachment_19333" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19333" class="wp-image-19333 size-medium" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-200x300.jpg 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-400x600.jpg 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-600x900.jpg 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-682x1024.jpg 682w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-768x1152.jpg 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48-800x1200.jpg 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/PHOTO-2021-07-31-21-06-48.jpg 853w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><p id="caption-attachment-19333" class="wp-caption-text">Geraldo Nogueira Batista / Foto Nelson Fleury</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>*<strong>Chico Sant&#8217;Anna</strong> é jornalista e documentarista. Natural do Rio de Janeiro, vive em Brasília desde 1958, partilhando um olhar diferenciado sobre a cidade em <a href="https://chicosantanna.wordpress.com/">https://chicosantanna.wordpress.com/</a>, onde o texto acima foi publicado em 26/07/2021.</p>
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<p>O livro ALQUIMIA URBANA (2021), de Geraldo Nogueira Batista, selo editorial Maria Cobogó pode ser adquirido no <a href="https://www.estantevirtual.com.br/livreiros/domcaixote">Sebo Dom Caixote</a> ou pelo email vendas@outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host</p>
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<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/urbanismo-livro-analisa-brasilia-e-outras-cidades/">ALQUIMIA URBANA</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
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