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	<title>Arquivos Maria Cobogó - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
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		<title>BAILARINA DO MEU JARDIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 15:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ano III]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Solange Cianni* | Pequi (Caryocar brasiliense), também chamado de pequizeiro, piqui, piquiá e pequiá, é uma árvore da família das cariocaráceas nativa do cerrado brasileiro. Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária Bailarina que vive no quintal da Solange a inspirou: Nasceu, neste 2021, o livro BAILARINA DO MEU JARDIM! É um livro para todas as idades que mescla palavras,</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/bailarina-do-meu-jardim/">BAILARINA DO MEU JARDIM</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/solange-cianni/"><strong>Solange Cianni</strong></a>* |</p>
<blockquote><p><b>Pequi</b> (<i><b>Caryocar brasiliense</b></i>), também chamado de <b>pequizeiro,</b> <b>piqui</b>, <b>piquiá</b> e <b>pequiá</b>, é uma árvore da família das <strong>cariocaráceas</strong> nativa do cerrado brasileiro.</p></blockquote>
<p>Uma árvore é muito mais que uma árvore. Pode ser companhia, paisagem e inspiração. Assim, a bicentenária <em>Bailarina</em> que vive no quintal da Solange a inspirou:</p>
<p style="text-align: center;">Nasceu, neste 2021, o livro <strong>BAILARINA DO MEU JARDIM!</strong></p>
<p>É um livro para todas as idades que mescla palavras, fotos e movimento como um balé. Uma poesia que dança com vento, chuva e sol.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19406 size-fusion-600" src="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png" alt="" width="600" height="338" srcset="https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-200x113.png 200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-300x169.png 300w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-400x225.png 400w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-600x338.png 600w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-768x432.png 768w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-800x450.png 800w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1024x576.png 1024w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1200x675.png 1200w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro-1536x864.png 1536w, https://mariacobogo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Bailarina-capa-e-livro.png 1600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Fala de uma árvore típica do cerrado brasileiro, o PEQUIZEIRO, que corre risco de extinção, como muitas desta região. Uma anciã com mais de 200 anos que ainda oferta frutos e sombra. Sábia e generosa. E também de uma mulher que busca a terra para se curar e encontra a árvore, queimada, contorcida, maltratada assim como ela. Trocam de lugar e de cuidados, construindo uma relação afetuosa e respeitosa.</p>
<p>Aos poucos, ela aprende com o tempo dos ciclos da natureza e das estações do ano, a dançar no jardim com a velha árvore e a celebrar a vida. Celebremos todos nós!</p>
<p>A obra conta, além do texto de <strong>Solange Cianni</strong>, com as fotos do <strong>João Antônio de Lima Esteves.</strong> Não bastasse essa dupla talentosa, o <strong>Gabriel Guirá</strong> topou fazer as ilustrações e o inovador projeto gráfico. Nossa parceira, <strong>Gabriela Artemis</strong> cuidou da revisão. Quer conhecer o livro <em><strong>Bailarina do meu jardim ?</strong></em> Após o seu lançamento, em Brasília, no começo de setembro, alguns leitores partilharam suas impressões:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;A Bailaria encantou meu jardim de sonhos, trouxe cor e companhia para meus protetores noturnos, ela é linda!&#8221; &#8211; Ieda Rizzo</p>
<p>&#8220;Belo livro de Solange Cianni: a bailarina do meu jardim. Mais uma edição competente do selo editorial Maria Cobogó&#8221; &#8211; Maria Felix Fontele</p>
<p>&#8220;Amei a arte do livro. As cores. O formato e, claro, a escrita poética&#8221; &#8211; Gizelma Fernandes</p>
<p>&#8220;Que linda a sua bailarina. Eu a vi dançando em seu jardim, bailando em cada palavra transformando gestos em poesia e me transportando para um universo de paz e harmonia. Trouxe-me memórias do meu tempo de criança. Senti-me abraçado e me deliciei com o cheiro das flores e do fruto, e do sabor que, de certa forma, está em minhas raízes também&#8230; Você é ela e ela está em você e todos estamos juntos, bailando nessa poesia de cores e sabores envoltos em delicadeza, resistência e transformação. Encantado, cultivando&#8230; laços e amizades.&#8221; &#8211; Henrique Fidalgo</p>
<p>&#8220;Acabei de ler e ver a Bailarina do meu Jardim. Uma beleza de poesia telúrica&#8230;&#8221; &#8211; Marília Panitz</p>
<p>&#8220;Bailarinas: Certamente elas são cúmplices entre si! A do Jardim e a da Vida! Uma fortalece a outra! Uma dá sustentação à outra! Uma complementa a outra! A do Jardim, mesmo &#8216;imóvel&#8217; no câmbré, segue viva dando frutos, aromas, sombras, beleza! A da Vida, segue na sua coreografia, dando poesias, amizades, afetos, desafios&#8230; Tão lindas essas Meninas Bailarinas!!!&#8221; &#8211; Sérgio Fidalgo</p>
<p>&#8220;Amei a Bailarina! Me trouxe um sopro de natureza cíclica, uma identificação com os tempos que passam, com as épocas e memórias preciosas. Coisas que árvores antigas sabem e nos transmitem. Sentimento de segurança e entrega perto delas.&#8221; &#8211; Lia Molinari</p>
<p>&#8220;O livro está lindo, belo poema/texto e fotos e arte, tudo encadeado no movimento da bailarina. Já me apaixonei por ela!&#8221; &#8211; Kuka Escosteguy</p>
<div>&#8220;Solange, com a &#8216;Bailarina do meu jardim&#8217; você realiza,  e nisso me incluo, sua relação com a mãe terra, através das árvores. Aqui uma enorme, antiga, &#8216;avós das avós&#8217;, valente, vencedora. Rugosa, cascuda, áspera, mas sempre querida e amiga. A que cuida de você, por isso, cuidada. Muito bom e bonito isso de expressar essas relações profundas. É retribuição à pequizeira, de toda a beleza  de suas flores, frutos e ornamentos que abriga.  É gratidão por seus ensinamentos  nos ciclos. Uma reintegração à natureza,  enfim. Como precisa…</div>
<div>O projeto gráfico ficou lindo, nos desenhos, fotografias. Adorei a rugosidade do papel na saia da bailarina. Já antecipa o que virá. O texto com os tipos antigos da máquina de escrever. O conteúdo sucinto e afetivo conta direitinho sua história com a árvore. Tudo muito bem feito. Sucesso com sua bailarina!!!&#8221; &#8211; Sandra Daher</div>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>MARIA COBOGÓ Coletivo Editorial      &#8211;       2021      &#8211;     Ano III    </strong><strong>  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>À Deriva</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/a-deriva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 09:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
		<category><![CDATA[outubro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Luiza Campos * |     Pausa.   Volta.   À deriva, noite adentro. Boiando no fundo do mar. Sem direção, sem rumo, sem caminho. O mar é a natureza do infinito. Pro lado, pro fundo, horizonte. Ser tão menor e mais denso. Braços abertos, olhos fechados. Ouvir o barulho de fora ou o</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por Luiza Campos * |</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pausa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À deriva, noite adentro. Boiando no fundo do mar. Sem direção, sem rumo, sem caminho. O mar é a natureza do infinito. Pro lado, pro fundo, horizonte. Ser tão menor e mais denso. Braços abertos, olhos fechados. Ouvir o barulho de fora ou o surdo mergulhar. À deriva, noite afora. O mar é símbolo de tudo. Coragem, medo, se entregar. Abismo molhado e sem fundo. À deriva, com tudo que brota. O sol, o sal, a saliva. O suor tem a mesma qualidade da lágrima. É o que se entra, se faz ficar. A ausência de tudo é o que padece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A porta ficou sempre fechada: não vale a pena entrar.</p>
<p>À deriva, mar profundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Luiza Campos é arquiteta, escritora, fruto da terra brasiliense e apaixonada pelo mar.</p>
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		<title>Marias suaves e fortes</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/marias-suaves-e-fortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 13:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Clara Arreguy* É um encanto o livro Cigarras, Lagartas e Outras Marias, de Solange Cianni (Maria Cobogó), que reúne 16 contos protagonizados por mulheres no limite entre o que avisa o subtítulo: eróticos e românticos. São histórias escritas com delicadeza, linguagem limpa, sem excessos de adjetivação, mas com as sutilezas que o tema requer.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>por Clara Arreguy*</p>



<p> É um encanto o livro Cigarras, Lagartas e Outras Marias, de Solange Cianni (Maria Cobogó), que reúne 16 contos protagonizados por mulheres no limite entre o que avisa o subtítulo: eróticos e românticos. São histórias escritas com delicadeza, linguagem limpa, sem excessos de adjetivação, mas com as sutilezas que o tema requer. E que trazem várias facetas de mulheres, das mais fortes às mais vulneráveis.<br><br> Solange é mais conhecida por sua obra para crianças. São quatro livros voltados para esse público. Atua na área escolar, como pedagoga e psicopedagoga, e vem também do teatro, no qual trabalhou como atriz. Aqui, em Cigarras, Lagartas e Outras Marias, não se preocupou em disfarçar questões que poderiam, em tese embaraçá-la junto a seu público original. Afinal, professoras, mães e avós também têm desejos e vida sexual.<br><br> As personagens dos contos de Solange são gente como a gente. Como Maria das Dores e dos Amores, que ao tomar um pilequinho sozinha em seu quarto consegue se ver, não gorda e cheia de rugas, mas linda e gostosa, amável e desejável, ainda que o frio da cama lhe desperte saudades de um possível companheiro, o mesmo que, durante o sonho, lhe provocará orgasmos múltiplos.<br><br> Em histórias como essas, Solange tira do armário os desejos e angústias da mulher comum, mostrando que cada lagarta viverá seu período de casulo até que se torne borboleta numa próxima primavera. </p>



<p>* Clara Arreguy é jornalista e editora </p>
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