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	<title>Arquivos #mariacobogó - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
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		<title>A Musa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 03:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[#coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Maria Cobogó * |   Não, não é uma pintura. Nem é uma caliandra do cerrado. Um ipê florido? Projeto arquitetônico de linhas puras e belas? Não. Ela podia ser tudo isso, mas é mais. Com uma elegância discreta ela se equilibra entre a firmeza da ação e a poesia da existência. Vive por extenso</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>por Maria Cobogó * |</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Não, não é uma pintura.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Nem é uma caliandra do cerrado.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Um ipê florido?</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Projeto arquitetônico de linhas puras e belas? Não.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Ela podia ser tudo isso, mas é mais.</strong></p>
<p><strong>Com uma elegância discreta ela se equilibra entre a firmeza da ação e a poesia da existência.</strong></p>
<p><strong>Vive por extenso seus papeis de filha, mãe, profissional e escritora. Estreou como autora no Coletivo Maria Cobogó e aqui imprime sua digital com força. Sua identidade de repórter e cronista une a ação e a reflexão. E os saldos são sempre positivos.</strong></p>
<p><strong>Conjugando a suavidade – sua marca registrada – com a firmeza de seus atos, ela segue pela vida criando vínculos e despertando nas pessoas os sentimentos mais puros.</strong></p>
<p><strong>Filha de Brasília, ama e luta pela cidade e suas gentes com a força e a garra de uma leoa. E Brasília a abraça com um abraço de mãe, um colo de vó, um ombro amigo, um beijo de namorado.</strong></p>
<p><strong>Ao que ela toca incorpora uma entrega completa. Não se abrevia, vai inteira em todos os projetos que considera sérios.</strong></p>
<p><strong>E nós, Maria Cobogós, nos rendemos ao enlace desse encontro. É a parceira que a vida nos contemplou.</strong></p>
<p><strong> Sem saber como ilustrá-la, lançamos mão de parte de uma citação de Roland Barthes: “<em>Foram precisos muitos acasos, muitas coincidências surpreendentes ( e talvez muitas procuras) para que &#8230;”</em> encontrássemos Marcia e, com ela, harmonizar nosso grupo de amantes da literatura.</strong></p>
<p><strong>Feliz aniversário, Marcia Cobogó!</strong></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">                                   <strong>* * *</strong></p>
<p><strong>*</strong>O <strong>Coletivo Editorial Maria Cobogó</strong> foi criado há três anos. São cinco escritoras do DF que se propõem a divulgar a literatura em todas as suas formas.</p>
<p><strong>**Marcia Zarur</strong> é jornalista, escritora e uma das fundadoras do Coletivo Maria Cobogó. Atua em mídias áudiovisuais e escreve para diversos blogues. Seu primeiro livro, <em>Amor Concreto</em>, foi publicado em 2018. Em agosto lançará o primeiro volume da coleção infanto-juvenil <em>Mestres Cobogós – Glenio Bianchetti</em>. (foto por Glenio Dettmar)</p>
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