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	<title>Arquivos mar - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
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		<title>À Deriva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 09:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cobogó]]></category>
		<category><![CDATA[outubro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Luiza Campos * |     Pausa.   Volta.   À deriva, noite adentro. Boiando no fundo do mar. Sem direção, sem rumo, sem caminho. O mar é a natureza do infinito. Pro lado, pro fundo, horizonte. Ser tão menor e mais denso. Braços abertos, olhos fechados. Ouvir o barulho de fora ou o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>por Luiza Campos * |</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pausa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À deriva, noite adentro. Boiando no fundo do mar. Sem direção, sem rumo, sem caminho. O mar é a natureza do infinito. Pro lado, pro fundo, horizonte. Ser tão menor e mais denso. Braços abertos, olhos fechados. Ouvir o barulho de fora ou o surdo mergulhar. À deriva, noite afora. O mar é símbolo de tudo. Coragem, medo, se entregar. Abismo molhado e sem fundo. À deriva, com tudo que brota. O sol, o sal, a saliva. O suor tem a mesma qualidade da lágrima. É o que se entra, se faz ficar. A ausência de tudo é o que padece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A porta ficou sempre fechada: não vale a pena entrar.</p>
<p>À deriva, mar profundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Luiza Campos é arquiteta, escritora, fruto da terra brasiliense e apaixonada pelo mar.</p>
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