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	<title>Arquivos Bianchetti - Maria Cobogó</title>
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	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
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		<title>A Dona de Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 03:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bianchetti]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres inspiradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Marcia Zarur   Ela chegou. A multidão alvoroçada, barulhenta e dispersa parou e aplaudiu de pé. Desde sempre ela teve esse magnetismo e foi lindo ver a cidade reverenciando uma de suas donas. Sim, Ailema Bianchetti é dona de Brasília. A homenagem não poderia ter sido mais emocionante e merecida. Foi o lançamento da</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">por <a href="https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/escritoras/marciazarur/"><strong>Marcia Zarur</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela chegou. A multidão alvoroçada, barulhenta e dispersa parou e aplaudiu<br />
de pé. Desde sempre ela teve esse magnetismo e foi lindo ver a cidade<br />
reverenciando uma de suas donas. Sim, Ailema Bianchetti é dona de Brasília. A<br />
homenagem não poderia ter sido mais emocionante e merecida.</p>
<p>Foi o lançamento da coleção Mestres Cobogós, mas a noite era todinha dela.<br />
A mestra, maestra da família, regente atenta e amorosa que há 95 anos transborda<br />
afeto e partilha sabedoria. Arte-educadora, mãe, vó, bisa – refúgio e eixo de um dos<br />
artistas mais importantes do país: Glenio Bianchetti.</p>
<p>Ela foi reverenciada e aclamada, mas Dona Ailema não liga pra fama e pra<br />
salamaleques. É fã da simplicidade e dos gestos sinceros, como os sorrisos que<br />
coleciona e os abraços que está louca para voltar a receber. Mesmo com tantos<br />
cuidados exigidos pela pandemia, a festa no Beirute foi uma celebração. E ela, de<br />
fato, recebeu infinitos abraços nos olhares, nas palavras e nas surpresas que a noite<br />
reservou. Como o discurso espontâneo de um dos frequentadores do bar. Fez do<br />
banco de madeira palanque para declamar, de improviso, mais uma ode de amor e<br />
gratidão a ela.</p>
<p>Difícil descrever essa minha ‘avó postiça’, linda, talentosa, generosa, criativa,<br />
contemporânea, doce, forte, inteligente e muito, muito amorosa. Os adjetivos nunca<br />
são suficientes&#8230;</p>
<p>Ana Maria Lopes e eu, quando decidimos levar à frente esse projeto, não<br />
tivemos dúvidas ao decidir quem seria o primeiro nome da nossa coleção. Glenio<br />
Bianchetti precisa ser conhecido e admirado pelas novas gerações. Seu legado é<br />
inestimável e sua contribuição para Brasília é fundamental. Mas o que nós<br />
queríamos, secretamente, era dar também esse ‘presente’ para a nossa Ailema,<br />
embrulhado em afeto com os mais fortes laços de amizade.</p>
<p>Acho que conseguimos. Ailema saboreou cada momento, cada encontro e<br />
brindou com uma caipirinha caprichada. Porque ela é assim: perfeita na sua extrema<br />
humanidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p><strong>Marcia Zarur</strong> é jornalista, escritora, fundadora do Coletivo Maria Cobogó e<br />
apaixonada por Brasília e por tudo que diz respeito à cidade. Tem dois livros<br />
publicados: <em>Amor Concreto</em> e <em>Mestres Cobogós/ Glenio Bianchetti</em>.</p>
<p><strong>Ailema Bianchetti</strong> é arte-educadora, mulher que dignifica o feminino e tudo o mais<br />
que a autora escreveu acima. Quem não a conhece não sabe o que está perdendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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