<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos autoras nacionais - Maria Cobogó</title>
	<atom:link href="https://mariacobogo.com.br/tag/autoras-nacionais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mariacobogo.com.br/tag/autoras-nacionais/</link>
	<description>Coletivo Editorial Maria Cobogó</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Feb 2021 07:07:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>ESCRITORAS DE BRASÍLIA: AS MÃES DO MUNDO DE ALMAS LIVRES</title>
		<link>https://mariacobogo.com.br/escritoras-de-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MARIA COBOGÓ]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 07:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[autoras nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://outros-sites-mariacogobo-com-br.myzifz.easypanel.host/?p=18958</guid>

					<description><![CDATA[<p>por Maria Félix Fontele * | Nesses dias de isolamento, de pés descalços e cabelos soltos ao vento, a proximidade com os livros é maior. Arrumei a estante das obras de escritoras de Brasília. Nos últimos dois anos, adquiri mais de 40 livros concebidos pela verve feminina, em ritmo de poesias, romances, contos e crônicas,</p>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/escritoras-de-brasilia/">ESCRITORAS DE BRASÍLIA: AS MÃES DO MUNDO DE ALMAS LIVRES</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Maria Félix Fontele * |</strong></p>
<p><strong>Nesses dias de isolamento, de pés descalços e cabelos soltos ao vento, a proximidade com os livros é maior. Arrumei a estante das obras de escritoras de Brasília. Nos últimos dois anos, adquiri mais de 40 livros concebidos pela verve feminina, em ritmo de poesias, romances, contos e crônicas, histórias infantis.</strong></p>
<p><strong>Coloquei-os enfileirados sobre o tapete para fotografá-los. São trabalhos de muitas mulheres nascidas no Distrito Federal ou em outros estados e que adotaram Brasília como sua cidade. Daqui do coração do Brasil, contribuem, com fertilidade criativa, para o fomento universal da cultura, da educação, da literatura, das artes e da inteligência. E pela grande produção, podemos ver que essa contribuição é gigante.</strong></p>
<p><strong>Hoje, elas estão no panteão das escribas! Vejamos que na antiguidade egípcia, os escribas (só no masculino) eram homens eruditos, preparados para interpretar textos e palavras e, assim, exerciam os mais altos cargos administrativos.  Eram reverenciados pela instrução que possuíam e também por toda uma estética linguística que sugeriam.</strong></p>
<p><strong>Na Brasília piramidal, com seus triângulos, subterrâneos, túneis e espirais, tão bem descrita no livro “<em>De Aknaton a JK – das pirâmides a Brasília</em>”, da professora Iara Kern, mulheres não só ocupam cargos administrativos relevantes mas também escrevem, escrevem e escrevem, num ato simbólico de resistência contra qualquer tipo de violência, de opressão e de preconceito. São as mães do mundo de almas livres.</strong></p>
<p><strong>E o meu tapete vai ficando pequeno para expor tantos livros de boa qualidade, produzidos a partir de uma mística feminina, na qual me incluo, pois vejo as escritoras como irmãs de alma, de criação, de caminhada. Olho para essas obras, embalo-as no pensamento em abraço suave como se fossem frutos frescos e doces colhidos em terras férteis, banhadas pelo rio eterno da imaginação.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p><strong>*<a href="https://www.instagram.com/mariafelixfontele/">Maria Félix Fontele</a></strong> é jornalista e escritora. Escreveu <em>Versos que me Habitam, </em>publicado pela editora <a href="https://www.confrariadovento.com/editora/">Confraria do Vento</a> em 2018. Os poemas da autora já pousaram na Áustria, onde ganhou um concurso de poesia. É uma grande parceira do Coletivo Maria Cobogó.</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">#umpoema da autora:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>REPÚBLICA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Proclamei minha república de versos</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sim, ainda dá tempo de ser feliz</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Não arranquemos a última flor do jardim</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nem esqueçamos de amar o Brasil</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p>Imagem: arquivo (e biblioteca) da autora</p></blockquote>
<p>O post <a href="https://mariacobogo.com.br/escritoras-de-brasilia/">ESCRITORAS DE BRASÍLIA: AS MÃES DO MUNDO DE ALMAS LIVRES</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariacobogo.com.br">Maria Cobogó</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
