Maria Cobogó | Marcia Zarur
17780
page-template-default,page,page-id-17780,page-child,parent-pageid-17768,ajax_fade,page_not_loaded,,side_area_uncovered_from_content,qode-theme-ver-16.5,qode-theme-bridge,disabled_footer_bottom,wpb-js-composer js-comp-ver-5.4.7,vc_responsive

Marcia Zarur

Marcia Zarur

“Somos os cobogós, os pilotis e as superquadras. Somos nossos avós, nossos pais, nossos filhos e todos os pioneiros. Somos o cerrado e o Lago Paranoá. Somos céu que os 6 andares não encobrem nunca.”

 

A matéria-prima do meu ofício, a expressão dos meus sentimentos! A palavra é o principal instrumento do jornalismo, profissão que eu escolhi para dar voz a quem não consegue ser ouvido e para contar tantas histórias…

 

Especialmente histórias da minha Brasília amada. Pra quem duvida da minha alma candanga, respondo com siglas: nasci na L2 Sul e me formei na UnB.

 

Sou fruto do sonho de JK, e aprendi a voar nas asas de Lucio Costa, admirando os monumentos de Neimeyer e a geometria divertida de Athos Bulcão.

 

Para traduzir todo esse afeto, uso a palavra. Foi assim no início da carreira na TV Globo, mostrando as belezas e mazelas da minha terra.

 

Das necessidades da população mais pobre aos salões acarpetados da capital, cruzei todos os cantos do quadradinho. E de tanto andar, acabei em outras paragens, como âncora dos telejornais da Globonews no Rio de Janeiro.

 

Foram dois anos de saudades intensas e arrebatadoras que me trouxeram novamente às minhas raízes. De volta a Brasília assumi a bancada do DFTV.

 

Dez anos direto na telinha, lidando com a palavra. Depois nas ondas do Rádio, como colunista do Mais Brasília na CBN, por mais quatro anos.

 

E agora a palavra continua em cena. Ela da sentido aos meus dois projetos do momento: o site Olhar Brasília, com a defesa constante da cidade, e o Distrito Cultural, na Globo, que deixa a palavra ser dita por quem produz o melhor da nossa cultura candanga.

 

Tenho reverência, admiração e posso dizer que até uma certa intimidade com a palavra. Afinal, é ela que me permite fazer tudo isso e me mostrar como sou – agora, com muita honra, também uma Maria Cobogó!

 

 

Curta o perfil:

Curta a galeria:

Curta o Twitter:

 

Canais

Olhar Brasília

Distrito Cultural