Maria Cobogó | Christiane Nóbrega
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Christiane Nóbrega

Christiane Nóbrega

“Nasceu. Ela era uma fofura, como todos os bebês. Não, não era fofa. Ninguém tem coragem de dizer, mas bebês nascem bem esquisitos. Ela tinha um cabelo preto demais, liso demais que chegava a ser espetado. De tão branca, dava para ver suas veias. Era quase transparente. Sua família a recebeu com muito amor. Chamaram-na de Branca.” 

 

Letras. Sempre adorei letras. Era um sonho vê-las juntas formando palavras e se unindo a outras criando histórias. Sempre que lia um livro ou assistia a um filme, invejava a capacidade de quem pensava uma história completa. Para mim, o ser mais poderoso era o escritor. Era aquele que tinha nas mãos o poder de inventar mundos, fazer o amor vencer, unir pessoas, se aventurar no desconhecido. E foi por aí que viajei. E mantenho sempre a mala pronta para as viagens que o livro me leva.

A palavra virou minha ferramenta de trabalho. A menina ficou no passado e me formei em Direito. A advocacia me levou a alçar voos maiores com a palavra e a lei. Casei, tive filhos e na lida cotidiana contava histórias para eles. Contava as histórias conhecidas e, na falta delas, inventava. Pronto. Um botão qualquer acionou em mim a vontade de escrever.

Comecei num blog e depois nos livros.

Hoje tenho dois livros infantis publicados e outro saindo do forno. Júlio, um dinossauro muito especial (Franco Editora) e A Branca de Leite (C de Coisas).

Como Maria, briguei e brigo pela vida. Muitas ideias na cabeça e hoje, mais do que nunca, inteira e com Maria Cobogó no coração.

 

 

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