Maria Cobogó | Alessandra Roscoe
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Alessandra Roscoe

Alessandra Roscoe

“Para dar conta de tanta saudade que sentia das coisas que nem sabia, a menina inventou então uma caixinha de guardar o tempo, o tempo que melhor vivia.”

 

Nasci mineira e me fiz brasiliense. Sou muito essa mistura: de montanhas e rios, árvores retorcidas e curvas de concreto, sonhadas pelo arquiteto. Sou mineira de Brasília, ou candanga de Minas e sou, mais do que tudo a soma de muitas histórias de cada um dos meus lugares…

 

Dos que vivi e também dos que inventei. Sou casada com o namorado da adolescência há muitos e muitos anos! Juntos construímos uma casa, uma família (com três filhos, dois cachorros, uma horta e uma infinidade sonhos). Com a palavra aprendi a construir o que a realidade não me permite e assim, de fantasia e cotidiano, ficção e invenção vou tecendo meus dias, soprando histórias e resgatando outros tempos. Tempos de saudades e infâncias.

 

São mais de 30 livros publicados e muitos caminhos percorridos por conta deles e com eles. Descobri que, mais do que escritora, sou leitora e não dei conta de tudo o que a literatura plantou em mim sozinha. Da necessidade de partilhar e dividir a beleza do encontro com o imaginário dos livros, descobri também outra vocação: a de mediadora de leituras! E assim, dividindo leituras e afetos, passei também a coordenar projetos vários: “Aletramento Fraterno”, de leitura desde o ventre com grávidas; “Uniduniler” – Clube de bebês leitores; “Experimente a palavra”, de Leituras sensoriais com bebês e pessoas com necessidades especiais e “Caixinha de guardar o tempo”, de leitura e memória com idosos. Juntos, esses projetos deram origem ao “Uniduniler todas as letras”e o “Festival Itinerante de Leitura”, focado nas leituras afetivas com públicos diferenciados.

 

Fiz e faço da palavra minha lavra! Em 2013, tive um livro finalista do Prêmio Jabuti, na categoria melhor livro infantil – Caixinha de Guardar o tempo, ilustrado por Alexandre Rampazo e publicado pela editora Gaivota. Tive também o primeiro livro adaptado para um curta de animação no cinema: A menina que pescava estrelas, com ilustrações de Beatriz Roscoe Cavalcante, chegou às telonas pelas mãos talentosas de Ítalo Cajueiro e Elvis Kleber e com trilha sonora original composta por Tavinho Moura.

 

Desde que troquei o jornalismo diário pela literatura, tenho encontrado caminhos diversos para semear livros, leituras e afetos e feito dessas novas trilhas também caminhos de encontros, como este com as Cobogós!

 

 

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